Sobre a Patrícia
Artista, Diretora Criativa e Mestre da Materialização
Sou Artista e Diretora Criativa. A guardiã da ponte entre o invisível e o visível. Mestre da Materialização.
Desde 2013 que me dedico a transformar ideias em experiências, identidades e obras que unem arte, significado e presença. Com formação em Belas Artes, especializada em Arte Multimédia, e posteriormente em Design e Multimédia, o meu percurso atravessa áreas como Design Gráfico, Branding, Identidade Visual, Design Editorial, Fotografia, Vídeo, Ensino, Dança, Performance e Bodypainting.
Ao longo dos anos, trabalhei com centenas de ideias, projetos e marcas, mas foi fora do universo corporativo que encontrei a minha verdadeira linguagem. Comecei a perceber que existe sempre algo escondido por trás de um briefing, a ideia que quer nascer mas que fica por dizer. Foi através desta escuta profunda que desenvolvi uma abordagem única onde a criação não nasce de fórmulas, mas dos sussurros da alma.
Desde 2017, aprofundei o estudo da Criatividade, do Corpo e da Consciência através do Yoga, Meditação, Dança Terapêutica e Arte Cura, integrando estas práticas no meu trabalho de forma a unir expressão artística, desenvolvimento humano e materialização.


O momento de viragem aconteceu quando percebi que não era apenas Designer.
Era Artista.
Mas durante muito tempo recusei essa verdade.
Quando terminei a licenciatura, convenci-me de que não era uma artista “genial” o suficiente para viver da arte. A ideia de construir uma vida artística parecia distante, insegura e inacessível. E assim, durante quase 10 anos, afastei-me desse mundo, vivendo uma vida criativa limitada a trabalhos em frente a um computador.
Foi apenas mais tarde, quando me tornei mãe e comecei a questionar profundamente os meus interesses, escolhas e identidade, que revisitei a arte e a dança como partes de mim que tinham ficado suspensas no passado.
E foi nessa revisita que começou o verdadeiro mergulho.
Um mergulho nas crenças que bloqueavam a minha expressão, na relação com o merecimento, na necessidade de validação e na forma como tinha aprendido a duvidar da qualidade daquilo que criava.
Percebi o quão distante tinha estado de mim própria.
E percebi também que não era a única.
Que existem milhares de mulheres com uma artista inteira aprisionada por pensamentos limitantes, medo de falhar, perfeccionismo ou pela crença silenciosa de que aquilo que querem criar “não é suficientemente bom”.
Foi então que decidi fundir todas as áreas da minha experiência numa única missão: ajudar pessoas a atravessar a distância entre a visão e a forma.
